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Scrum Gestão ágil para projetos de sucesso

Rafael Sabbagh

Sobre o autor

Rafael Sabbagh é instrutor oficial (Certified Scrum Trainer) da Scrum Alliance, organização internacional responsável pelo Scrum, e membro de seu Board de Diretores no momento da publicação do livro. Ele atua como Agile Coach e já treinou com sucesso ScrumMasters, Product Owners e membros de Times de Desenvolvimento em mais de quinze países da Europa, Américas e Ásia.

Ele possui grande experiência com projetos de tecnologia. Rafael também apresentou trabalhos em várias edições do Agile Brazil e de Scrum Gatherings da Europa e dos Estados Unidos. Ele é Engenheiro de Computação e Mestre em Administração de Empresas pela PUC-Rio. Rafael é cofundador da Knowledge21.


Knowledge21 é uma empresa brasileira com foco em Transformação Ágil, treinamentos e coaching em gestão Ágil e Lean de projetos e em desenvolvimento de produtos. Utilizando abordagens inovadoras e com resultados comprovados, a empresa acompanha equipes, gestores e organizações como um todo para que se tornem mais efetivas e atinjam altíssimos níveis de produtividade.

A empresa é formada por Agile Coaches e Trainers certificados e com vasta experiência de mercado na adoção e prática de métodos Ágeis em diferentes organizações, desde startups a organizações globais. Conheça mais em: http://knowledge21.com.br.

Dedicatória

Para as pessoas mais importantes da minha vida:

  • meu pai, Miguel Armony, que não está mais aqui, mas se orgulharia mais do que ninguém ao ver este trabalho pronto;
  • meus filhos, Clara e Henrique, e minha mulher, Maria José, que são a minha razão de estar aqui;
  • minha mãe, Réjane, e meus irmãos, Nathália e Flávio, que, juntos com meu pai, me fizeram quem eu sou.

Agradecimentos

Agradeço aos meus revisores técnicos, Manoel Pimentel, Marcos Garrido e Rodrigo de Toledo, que prontamente aceitaram me ajudar a garantir um livro de alta qualidade, e ainda contribuíram diretamente para o seu conteúdo.

Agradeço à minha mulher, Maria José Levy Ibarra, pelo apoio nessa longa jornada que é escrever um livro.

Agradeço a tantos outros que, com seu apoio e feedback, me encorajaram e ajudaram a construir esta nova edição.

Prefácio da nova edição

Imagine. Você contando aos seus netos que participou da grande transformação do início do século. Transformação na forma em que as pessoas trabalham. Uma mudança de paradigma. Que começou com empresas de TI e, aos poucos, expandiu-se para todas as áreas da sociedade.

É como se o seu bisavô tivesse trabalhado com Taylor e te contasse como se sentiu com as primeiras mudanças daquela transformação do início do século passado.

Foi o Taylor aparecer e a empresa logo implementou as mudanças. O trabalho ficou mais específico, com alocação e especialização de tarefas para cada cargo. Criaram metas para a produtividade e um sistema de recompensas para o cumprimento delas. Ah, a empresa também instalou a tal esteirinha (assembly line, em inglês), meu bisneto. — Conversa imaginária com seu bisavô que trabalhou com Taylor em 1916.

Pois bem. É isso que está acontecendo. Uma profunda transformação na essência de como trabalhamos. Uma transformação dos canais digitais, permitindo novos tipos de inovação e criatividade em vários domínios.

Uma transformação que afeta tanto os pequenos empreendimentos quanto os grandes segmentos da sociedade, tais como governo, transporte, comunicação de massa, arte e a ciência. Esta transformação não só mudará sociedades e economias inteiras, mas mexerá com a própria essência da natureza humana, do nosso comportamento e convívio em sociedade.

E você ali, na crista da onda, no lugar certo, na hora certa. Um protagonista deste admirável novo mundo. Buscando um modelo de transformação baseada em princípios e valores fortes que impulsione uma cultura de melhoria contínua. Tentando saber qual a parte do futuro que pode ser introduzida no presente.

Você já escolheu tomar a pílula vermelha (do filme Matrix). Não tem mais volta. Agora é fazer o upload do conhecimento, praticar e comemorar as conquistas.

Neste excelente livro, Rafael Sabbagh, um dos precursores do Scrum no Brasil, compartilha a teoria e a prática desse framework simples, efetivo e poderoso; um conhecimento essencial para a sua jornada.

Boa leitura.

— Paulo Caroli

Como este livro está organizado

Este trabalho está dividido em seis partes: Introdução ao Scrum, Papéis: o Time de Scrum, Artefatos do Scrum, Eventos do Scrum, Técnicas Complementares e Final.

Na Parte I — Introdução ao Scrum, começamos com as principais razões para se escolher e utilizar Scrum. Em seguida, ofereço uma definição formal e sigo explicando o que Scrum é em detalhes, indicando também onde melhor o framework pode ser aplicado. No capítulo Como é o Scrum?, o leitor pode fazer um passeio por um projeto utilizando Scrum e diversas práticas e artefatos associados, muitos deles opcionais. No capítulo seguinte, explico como se pode contratar projetos com Scrum. A Parte I se encerra com uma explicação das origens do Scrum e quais são as suas principais influências.

A Parte II — Papéis: o Time de Scrum trata em detalhes do que é, o que faz e como é cada um dos papéis do Time de Scrum, ou seja, o Time de Desenvolvimento, o Product Owner e o ScrumMaster. Mostro também nessa parte diversas ideias e práticas associadas aos papéis, como resolução de impedimentos, motivação e facilitação, entre outras.

Na Parte III — Artefatos do Scrum, explico o que é e como utilizar o Product Backlog, o Sprint Backlog, a Definição de Pronto e o Incremento do Produto. Acrescento aos artefatos básicos do Scrum a Definição de Preparado.

A Parte IV — Eventos do Scrum descreve as reuniões de Sprint Planning, de Daily Scrum, de Sprint Review e de Sprint Retrospective, indicando em detalhes boas práticas para sua execução e problemas comuns enfrentados por seus participantes. Adiciono também a reunião de Release Planning, a Release e o Refinamento do Product Backlog. O Sprint também é abordado na Parte IV, além de fatores determinantes para a escolha de sua duração, motivos para seu cancelamento e a sua relação com a Definição de Pronto.

Na Parte V — Técnicas complementares, ofereço alguns conceitos adicionais que podem ser muito úteis na execução do projeto, como: metas de negócios (Meta do Sprint, Meta de Release ou de Roadmap e Visão do Produto), User Stories, Estimativas Ágeis com Story Points (que também incluem Planning Poker e Velocidade do Time de Desenvolvimento) e os Gráficos de Acompanhamento do Trabalho (Release Burndown, Release Burnup e Sprint Burndown).

Na Parte VI — Final, o leitor tem as palavras finais escritas pelo Marcos Garrido, Rodrigo de Toledo e Carlos Felippe Cardoso, um glossário dos termos relacionados ao Scrum e a bibliografia utilizada neste livro.

Para mais discussões, material e complementos ao conteúdo deste livro, acesse o site do livro em http://livrodescrum.com.br.

Você também pode discutir sobre este livro no Fórum da Casa do Código: http://forum.casadocodigo.com.br.

Caso você deseje submeter alguma errata ou sugestão, acesse: http://erratas.casadocodigo.com.br.

Sumário

  • Parte I — Introdução ao Scrum
  • 1 - Por que Scrum?
    • 1.1 - Introdução
    • 1.2 - Entregas frequentes de retorno ao investimento dos clientes
    • 1.3 - Redução dos riscos do projeto
    • 1.4 - Maior qualidade no produto gerado
    • 1.5 - Mudanças utilizadas como vantagem competitiva
    • 1.6 - Visibilidade do progresso do projeto
    • 1.7 - Redução do desperdício
      • 1.7.1 - Produzir apenas o que os usuários vão utilizar
      • 1.7.2 - Planejar apenas com o nível de detalhe possível
      • 1.7.3 - Utilizar apenas os artefatos necessários e suficientes
    • 1.8 - Aumento da motivação e produtividade
      • 1.8.1 - Trabalho em equipe e autonomia
      • 1.8.2 - Facilitação e remoção de impedimentos
      • 1.8.3 - Melhoria contínua
      • 1.8.4 - Ritmo sustentável de trabalho
      • 1.8.5 - Realização do trabalho de ponta a ponta
  • 2 - O que é Scrum?
    • 2.1 - Introdução
    • 2.2 - Scrum é Ágil
      • 2.2.1 - Os valores Ágeis
      • 2.2.2 - Os princípios Ágeis
      • 2.2.3 - Os valores do Scrum
    • 2.3 - Scrum é um framework simples e leve
    • 2.4 - Scrum se aplica a produtos complexos em ambientes complexos
      • 2.4.1 - Sistemas Adaptativos Complexos
      • 2.4.2 - Onde utilizar Scrum?
    • 2.5 - Scrum é embasado no empirismo
    • 2.6 - Scrum é iterativo e incremental
  • 3 - Como é o Scrum?
    • 3.1 - Introdução
    • 3.2 - Início do projeto
    • 3.3 - Planejamento do Sprint
    • 3.4 - Desenvolvimento
    • 3.5 - Encerramento do Sprint
    • 3.6 - Entregas
    • 3.7 - Final do projeto
  • 4 - Como contratar projetos com Scrum?
    • 4.1 - Introdução
    • 4.2 - Contratos tradicionais
      • 4.2.1 - Preço Fixo tradicional
      • 4.2.2 - Tempo e Material tradicional
    • 4.3 - Princípios básicos para contratos com Scrum
      • 4.3.1 - Premissas básicas de contratos com Scrum
      • 4.3.2 - O Triângulo Ágil
      • 4.3.3 - Escopo não detalhado
      • 4.3.4 - Ponto de parada
    • 4.4 - Formatos de contratos com Scrum
      • 4.4.1 - Preço fixo, prazo fixo, escopo flexível
      • 4.4.2 - Preço fixo, escopo flexível, prazo fixo com opção de parada
      • 4.4.3 - Preço fixo, escopo flexível, prazo fixo com opção de parada taxada
      • 4.4.4 - Preço fixo, escopo flexível, prazo fixo com opção de troca de contexto
      • 4.4.5 - Incremental com pontos de verificação
  • 5 - De onde veio o Scrum?
    • 5.1 - Introdução
    • 5.2 - Um novo jogo
    • 5.3 - Lean e Sistema Toyota
      • 5.3.1 - Introdução
      • 5.3.2 - Os princípios do Lean
      • 5.3.3 - Lean e Agilidade
  • Parte II — Papéis: o Time de Scrum
  • 6 - Time de Desenvolvimento
    • 6.1 - Quem é o Time de Desenvolvimento?
    • 6.2 - O que faz o Time de Desenvolvimento?
      • 6.2.1 - Planeja seu trabalho
      • 6.2.2 - Realiza o desenvolvimento do produto
      • 6.2.3 - Colabora com o Product Owner durante o Sprint
      • 6.2.4 - Identifica e informa os impedimentos ao ScrumMaster
      • 6.2.5 - Obtém feedback sobre o produto
      • 6.2.6 - Entrega valor com frequência
    • 6.3 - Como é o Time de Desenvolvimento?
      • 6.3.1 - Multidisciplinar
      • 6.3.2 - Auto-organizado
      • 6.3.3 - Suficientemente pequeno
      • 6.3.4 - Motivado
      • 6.3.5 - Orientado à excelência
      • 6.3.6 - Focado nos objetivos
  • 7 - Product Owner
    • 7.1 - Quem é o Product Owner?
    • 7.2 - O que faz o Product Owner?
      • 7.2.1 - Gerencia o produto
      • 7.2.2 - Gerencia as partes interessadas no projeto
      • 7.2.3 - Mantém os objetivos do produto
      • 7.2.4 - Gerencia as entregas do produto
      • 7.2.5 - Colabora com o Time de Desenvolvimento durante o Sprint
    • 7.3 - Como é o Product Owner?
      • 7.3.1 - Único
      • 7.3.2 - Disponível para o trabalho no projeto
      • 7.3.3 - Competente para a definição do produto
  • 8 - ScrumMaster
    • 8.1 - Quem é o ScrumMaster?
    • 8.2 - O que faz o ScrumMaster?
      • 8.2.1 - Facilita o trabalho do Time de Scrum
      • 8.2.2 - Garante a remoção de impedimentos
      • 8.2.3 - Promove as mudanças organizacionais necessárias
      • 8.2.4 - Garante o uso do Scrum
    • 8.3 - Como é o ScrumMaster?
      • 8.3.1 - Competente em soft skills
      • 8.3.2 - Presente
      • 8.3.3 - Suficientemente neutro
  • 9 - Onde está o Gerente de Projetos?
    • Parte III — Artefatos do Scrum
    • 10 - Product Backlog
      • 10.1 - O que é o Product Backlog?
      • 10.2 - Como é o Product Backlog?
        • 10.2.1 - Ordenado
        • 10.2.2 - Planejável
        • 10.2.3 - Emergente
        • 10.2.4 - Gradualmente detalhado
    • 11 - Sprint Backlog
      • 11.1 - O que é o Sprint Backlog?
        • 11.1.1 - O quê?
        • 11.1.2 - Como?
      • 11.2 - Como é o Sprint Backlog?
    • 12 - Definição de Pronto
      • 12.1 - O que é a Definição de Pronto?
      • 12.2 - Como é a Definição de Pronto?
    • 13 - Incremento do Produto
      • 14 - Definição de Preparado
        • 14.1 - O que é a Definição de Preparado?
        • 14.2 - Como é a Definição de Preparado?
      • Parte IV — Eventos do Scrum
      • 15 - Inicialização
        • 16 - Sprint
          • 16.1 - O que é o Sprint?
          • 16.2 - Como é o Sprint?
            • 16.2.1 - Duração
            • 16.2.2 - Incrementos entregáveis
          • 16.3 - O Sprint pode ser cancelado?
        • 17 - Sprint Planning
          • 17.1 - O que é a Sprint Planning?
            • 17.1.1 - Duração
            • 17.1.2 - Saídas
            • 17.1.3 - Preparação
          • 17.2 - Como é a Sprint Planning?
            • 17.2.1 - Sprint Planning 1 e Sprint Planning 2
            • 17.2.2 - Planejamento Intercalado de Sprint
            • 17.2.3 - Planejamento Just-In-Time de Sprint
        • 18 - Daily Scrum
          • 18.1 - O que é a Daily Scrum?
          • 18.2 - Como é a Daily Scrum?
          • 18.3 - O que NÃO deve acontecer na Daily Scrum?
            • 18.3.1 - Disfunção: informe de impedimentos ao ScrumMaster
            • 18.3.2 - Disfunção: reunião de trabalho
            • 18.3.3 - Disfunção: prestação de contas a outros
            • 18.3.4 - Disfunção: falta de interesse e atenção
        • 19 - Sprint Review
          • 19.1 - O que é a Sprint Review?
          • 19.2 - Como é a Sprint Review?
            • 19.2.1 - Preparação
            • 19.2.2 - Gestão de expectativas
            • 19.2.3 - Quem participa
            • 19.2.4 - Apresentação
            • 19.2.5 - O que é apresentado
            • 19.2.6 - Resultados
        • 20 - Sprint Retrospective
          • 20.1 - O que é a Sprint Retrospective?
            • 20.1.1 - Lições aprendidas em times tradicionais
            • 20.1.2 - Melhoria incremental contínua em times Ágeis
            • 20.1.3 - A retrospectiva do Sprint
          • 20.2 - Como é a Sprint Retrospective?
            • 20.2.1 - Regularidade, frequência e duração
            • 20.2.2 - Participação do ScrumMaster
            • 20.2.3 - Participação do Product Owner
            • 20.2.4 - Dinâmica básica de uma retrospectiva
            • 20.2.5 - Diferentes possibilidades na retrospectiva
          • 20.3 - O que NÃO deve acontecer na Sprint Retrospective?
            • 20.3.1 - Busca de culpados
            • 20.3.2 - Insegurança e medo de exposição
            • 20.3.3 - Conflitos da diversidade
            • 20.3.4 - Pensamento grupal
        • 21 - Release
          • 21.1 - O que é a Release?
          • 21.2 - Como é a Release?
            • 21.2.1 - Quanto à frequência
            • 21.2.2 - Quanto a quem a recebe
            • 21.2.3 - Outras dimensões
            • 21.2.4 - Conclusão
        • 22 - Release Planning
          • 22.1 - O que é a Release Planning?
          • 22.2 - Plano da Release
          • 22.3 - Como é a Release Planning?
            • 22.3.1 - Agendamento e duração
            • 22.3.2 - A reunião
            • 22.3.3 - Granularidade dos itens
            • 22.3.4 - Escopo da Release
        • 23 - Refinamento do Product Backlog
          • 23.1 - O que é o Refinamento do Product Backlog?
          • 23.2 - Como é o Refinamento do Product Backlog?
            • 23.2.1 - Participantes
            • 23.2.2 - Quando ocorre
        • Parte V — Técnicas complementares
        • 24 - Metas: definindo os objetivos
          • 24.1 - O que são metas no Scrum?
          • 24.2 - Meta de Sprint
            • 24.2.1 - O que é a Meta de Sprint?
            • 24.2.2 - Como é a Meta de Sprint?
          • 24.3 - Meta de Release/Roadmap
            • 24.3.1 - O que é a Meta de Release/Roadmap?
            • 24.3.2 - Como é a Meta de Release/Roadmap?
          • 24.4 - Roadmap do Produto
            • 24.4.1 - O que é o Roadmap do Produto?
            • 24.4.2 - Como é o Roadmap do Produto?
          • 24.5 - Visão de Produto
            • 24.5.1 - O que é a Visão do Produto?
            • 24.5.2 - Como é a Visão do Produto?
        • 25 - User Stories: representando o trabalho
          • 25.1 - O que é a User Story?
          • 25.2 - Como é a User Story?
            • 25.2.1 - Cartão
            • 25.2.2 - Conversas
            • 25.2.3 - Confirmação
          • 25.3 - Criando boas User Stories
          • 25.4 - Épicos e Temas
        • 26 - Story Points: estimando o trabalho
          • 26.1 - Para que serve estimar?
          • 26.2 - Precisão e acurácia de estimativas baseadas em juízo
          • 26.3 - Precisão e acurácia suspeitas: Lei de Parkinson e Síndrome do Estudante
          • 26.4 - Estimativas Ágeis
          • 26.5 - Unidades para as estimativas
            • 26.5.1 - Unidades mais comuns
            • 26.5.2 - Estimativas absolutas x relativas
            • 26.5.3 - Story Points
          • 26.6 - Como fazer a estimativa?
            • 26.6.1 - Planning Poker
          • 26.7 - Velocidade do Time de Desenvolvimento
          • 26.8 - No estimates: estimativas são desperdício
        • 27 - Burndown e Burnup: acompanhando o trabalho
          • 27.1 - Gráfico de Release Burndown
            • 27.1.1 - O que é o Gráfico de Release Burndown?
            • 27.1.2 - Como é o Gráfico de Release Burndown?
          • 27.2 - Gráfico de Release Burnup
            • 27.2.1 - O que é o Gráfico de Release Burnup?
            • 27.2.2 - Como é o Gráfico de Release Burnup?
          • 27.3 - Gráfico de Sprint Burndown
            • 27.3.1 - O que é o Gráfico de Sprint Burndown?
            • 27.3.2 - Como é o Gráfico de Sprint Burndown?
            • 27.3.3 - Linha ideal
        • Parte VI — Final
        • 28 - Além do Scrum
          • 28.1 - Os Quatro Domínios da Agilidade
          • 28.2 - Facilitação
          • 28.3 - Management 3.0
          • 28.4 - Lean Kanban
          • 28.5 - Técnicas para Product Owners
          • 28.6 - Lean Startup
          • 28.7 - Escalando Scrum
          • 28.8 - Testes automatizados e entrega contínua
          • 28.9 - Conclusão
        • 29 - Apêndice - Glossário
          • 30 - Apêndice - Bibliografia

            Dados do produto

            Número de páginas:
            379
            ISBN:
            978-85-66250-10-7
            Data publicação:
            06/2013

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